domingo, 20 de dezembro de 2009

Paciência

Minha mãe resumiu com uma frase muito simples o siginificado que a palavra paciência tem para mim.

"Paciência é uma virtude."


Talvez algum dia já tenha sido algo que praticassemos, mas cada dia que passa fazemos isso menos e menos. Temos feito tão pouco que paciência se tornou uma virtude.

O mundo anda carente de tolerância, "nunca antes na história" da humanidade se implorou tanto por um pouco mais de sossego.
Por isso, antes de soltar os cachorros por aí, pare e reflita um pouco. Tente não fazer as coisas sem pensar. Tenha o minímo de sensatez. Conte até dez se necessário. Faça silêncio se preciso. Ponha uma música (me ajuda muito a pensar).
Temos nos irritado por muito pouco, essa mesquinhice constante está nos adoecendo. Qual é ? Dignidade por um acaso agora faz mal é?
Enfim, não vai lhe custar nada tentar ser paciente, se não der certo agora uma hora vai dar. Nunca dá certo? Parta para outra então, chega de dar murro em ponta de faca! Adíos!
Cayan Fontoura

sábado, 5 de dezembro de 2009

Diário de Bordo

Um dia resolvi encarar tudo com a maior naturalidade possível, descobri que assim não necessariamente estaria ignorando tudo. Na verdade, as coisas foram se atenuando até o ponto de que, pelo menos pra quem tá de fora, eu não pareço nada incomodado.
O único sinal de melhora até agora, é que minhas viagens tem sido feitas para outros lugares até então esquecidos, outros até novos.
A grande verdade? Tudo continua vivo dentro de mim, as vezes até mais do que imagino.
Vai morrer? Bem, eu tenho uma teoria quanto a isto, mas aí é assunto para outros post's. Está tudo em um curso digamos que natural, já estou até voltando a me surpreender. Está até bantendo aquela "vontadezinha" de me meter onde não devo.
Aquele medo de não voltar a sentir ainda me ronda de vez em quando, e aquela vontade de me jogar de um prédio sempre tive e sempre vou ter, mas a sede de viver sem me preocupar com amanhã só cresce.
A tentativa de intensificar tudo que faço como sempre só me enriquice, mais até que o esperado. E o momento mais apropriado para aprender algo parece ser o final.
Adquiri uma concepção de que tudo dever ter um fim, não importa como será o desfecho, vai acabar. Chega uma hora que cansa, e isso inclui até as nossas vidas. Ando meio apocaliptico não estranhe.
E parece que esse texto também está chegando ao seu fim, por hoje é só. Adíos! Cambio desligo.

sábado, 14 de novembro de 2009

Eu queria muito saber o que se passa na cabeça dele. Às vezes queria muito poder ajudá-lo, pois sinto que ele precisa muito disso. Jugá-lo parece ser muito fácil, tentar entender como chegou a esse ponto é um pouco mais complicado.
Tudo o que ouço a respeito dele são lamentos, e tem dias que isso decepciona. A última coisa que vejo nele é uma pessoa ruim. Tenho a impressão de que simplesmente aceitou viver sem perspectivas em si próprio, e não se tocou do mal que isso pode ter causado nas pessoas ao seu redor.
Não quero sentir raiva dele, não me soa correto guardar rancor. Não quero sentir pena dele, nem ele, nem ninguém nesse mundo merecem isso. Sentir falta por enquanto parece ser o melhor.
Talvez um dia eu entenda porque a vida criou essa distancia, talvez eu consiga ajudá-lo, e quem sabe até entender o que passa na cabeça dele.
Cayan Fontoura



Timothy, we found your spaceship. Timothy, it’s the farthest you’ve ever flown.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Blog é pra essas coisas

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Quebrando o Hábito

Estava com um calor insuportável, suava em cada poro de seu corpo, qualquer coisa que lhe trouxesse refrescância seria a melhor do mundo. A sensação térmica devia ser a de uns 40 graus no minimo, e nada parecia mais convidativo que uma boa ducha fria.
Quando percebeu estava de olhos fechados debaixo do chuveiro, a única coisa que ouvia era a água caindo sobre sua nuca. Nada poderia lhe proporcionar mais alívio naquele momento.
Abriu os olhos e notou seus pés descalços, os chinelos logo ao lado. Só que ele tinha o hábito de tomar banho calçado, e nem notou como é que isso aconteceu. O chão estava frio e tornava a sensação refrescancia melhor ainda, mas o fato de ter ficado descalço sem que notasse estava deixando ele intrigado.
Desde que se entendia por gente tomava banho assim e nunca foi um problema. Porque agora querer mudar? Será que já vinha fazendo isso em outras duchas, mas só pode notar agora?
Começou a se lembrar que gosta de ficar descalço, mas não o faz para não incardir os pés. Quando ainda era muleque, andava sem suas sandálias para todo que é canto, podia sentir cada pedra do chão que pisava e não se incomodava. Nesse momento percebeu a falta que fazia sentir isso. Sentir seus pés no chão sem a preoupação de que eles poderiam acabar incardidos, sem se incomodar com as pedras, sem se preocupar de que estava frio e poderia pegar um resfriado, sem se preocupar de que poderia haver prego ou vidro ali e acabasse se cortando.
É, o tempo foi passando e até para ficar descalço ele tem de pensar duas vezes antes. Incrível como uma coisa tão pequena pode trazer a tona tantos sentimentos. Adíos!
Cayan Fontoura




domingo, 1 de novembro de 2009

"Sem Palavras"

Outro dia me perguntaram se eu tinha bebido ou só estava agitado mesmo, respondi que estava pensando demais. Tenho que tomar cuidado ou qualquer hora minha mente entra em colapso.
Sobram motivos para escrever, mas as danadas das palavras insistem em ficarem apenas nas pontas dos meus dedos. Isso só pode ser resultado do furacão que passou no meu cérebro e deixou tudo de ponta cabeça.
O lado bom dessa história é que furacões, apesar do estrago que deixam, estão apenas passagem. E quem sabe seus ventos não levem inconveniências com as quais costumava refletir?
É, está a maior bagunça por aqui é melhor eu arregaçar as mangas e começar a colocar as coisas em seus devidos lugares, algumas tenho até de consertar, outras fazer adaptações.
Não tenho pressa pra que tudo se ajeite, dizem que a pressa é inimiga da perfeição, e quero tudo muito bem feito, sou um pouco perfeccionista.
Fico feliz quando vejo que estou tomando conta das minhas coisas, e que essa foi sempre a melhor alternativa só não havia reparado isso antes. São tempos de mudança! Adíos!
Cayan Fontoura

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

"Nada do que sou de fato sou eu?"

video

P.S: Eu acredito na Revolta do Acaju!